quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Iniciativa Liberal de Fafe exige estratégia na Proteção Civil e melhorias urgentes na Mobilidade Municipal

 


Fafe, 22 de fevereiro de 2026 – O Grupo de Coordenação Territorial da Iniciativa Liberal

Fafe, através do deputado Municipal Diogo Filipe Silva, formalizou recentemente junto da

Assembleia Municipal de Fafe dois documentos fundamentais: um pedido de esclarecimento

detalhado sobre a capacidade de resposta da Proteção Civil a situações de emergência e uma

moção que visa a melhoria urgente do serviço público de transportes e infraestruturas de

apoio.


Proteção Civil: "A segurança não pode ser uma questão de sorte"

No pedido de esclarecimento enviado a 22 de fevereiro, a Iniciativa Liberal questiona o

Executivo sobre o real estado de preparação e prontidão do Município de Fafe perante

cenários adversos, como incêndios ou fenómenos climáticos extremos. O deputado sublinha

que a segurança é garantida com "meios no terreno e planeamento eficaz", e não apenas com

despachos.

As questões levantadas dividem-se em quatro eixos prioritários:

Planeamento e Prevenção: Questiona-se a existência de cenários reais de cheias no PDM, a

monitorização de árvores de grande porte e o estado dos caminhos corta-fogos.

Autonomia e Resiliência Local: A IL pretende saber se Fafe possui sistemas de

monitorização meteorológica próprios e canais diretos de alerta à população (como SMS ou

avisos sonoros), bem como a dependência do concelho face à Proteção Civil Nacional.

Proteção da Comunidade: É solicitada informação sobre o mapeamento de idosos isolados

e a disponibilidade de equipamentos críticos, como geradores em Centros de Saúde para

conservação de vacinas e medicamentos em caso de falha elétrica.


Transparência e Eficiência Financeira: O grupo questiona a dotação orçamental para

modernização de meios e a racionalidade de custos entre prevenção e reparação de danos.


Mobilidade: Falhas na Ave Mobilidade e degradação de infraestruturas

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Campanha de Recolha de Sangue

 


BE | Sete dos catorze concelhos do Distrito de Braga têm Planos Municipais de Emergência desatualizados

A Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Braga manifesta profunda preocupação pelo facto de 7 dos 14 concelhos do Distrito de Braga terem os respetivos Planos Municipais de Emergência e Proteção Civil (PMEPC) desatualizados.

Segundo o sítio da internet da Autoridade Nacional da Proteção Civil  os PMEC de Amares, Braga, Celorico de Basto, Esposende, Vieira do Minho, Vila Verde e Vizela já ultrapassaram o prazo de revisão dos planos.

Amares tem o seu PMEC desatualizado desde novembro do ano passado, Braga, Celorico de Basto e Vieira do Minho desde 2024, Vizela o seu plano deveria ter sido revisto em 2022, Vila Verde em 2021 e Esposende a data da sua revisão já ultrapassou mais de uma década (2015).

O PMEC, segundo o ponto 1, do artigo 9.º da resolução n.º 30/2015, de 7 de maio, “devem ser revistos no prazo máximo de cinco anos após a sua entrada em vigor, exceto no caso dos planos especiais, se disposto em contrário em legislação específica referente à tipologia de risco considerada”.

O PMEC é o principal instrumento de planeamento para resposta a acidentes graves e catástrofes, incluindo incêndios, cheias, galgamentos costeiros, fenómenos meteorológicos extremos e acidentes industriais. Num concelho com vulnerabilidades específicas, nomeadamente risco costeiro e elevada densidade populacional, é inaceitável que o documento estruturante da proteção civil não esteja devidamente revisto e adaptado à realidade atual.