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quarta-feira, 31 de dezembro de 2025
quarta-feira, 28 de maio de 2025
Isabel Pereira e Maria do Céu Leite, do Clube Petanca de Estorãos Associação Cultural, obtiveram o 2º lugar.
DUPLA PETANCA BRITEIROS VENCE TAÇA ZONA NORTE
sexta-feira, 3 de janeiro de 2025
Seguro desportivo 2025 - Ciclismo de lazer: federado é mais seguro !!!
Inscrição online (pagamento por multibanco ou MB Way)
CICLISMO DE LAZER: FEDERADO É MAIS SEGURO !
Utilização diária da bicicleta na via pública (treino e deslocação), em estrada, BTT e cidade, contemplando também o uso de bicicletas com assistência elétrica ("pedelecs" com motor até 250W). Inclui seguro com as coberturas de acidentes pessoais e de responsabilidade civil.
Inscrições e renovações online em www.acm.pt (pagamento por multibanco ou MB Way).
Licença desportiva adequada à prática diária de ciclismo na via pública (treino e deslocação), em estrada, BTT e cidade, contemplando também o uso de bicicletas assistidas por motor elétrico (até 250 watts de potência).
Incluindo seguro desportivo (acidentes pessoais e responsabilidade civil), existem duas opções de filiação (27 ou 39,50 €), podendo ser acrescentada a cobertura de assistência em viagem. O pedido de licença pode ser efetuado online (pagamento por multibanco ou MB Way) aqui.
quarta-feira, 20 de novembro de 2024
terça-feira, 15 de outubro de 2024
sexta-feira, 12 de abril de 2024
Jovens fafenses dão cartas no xadrez
segunda-feira, 25 de março de 2024
PETANCA: Clube Petanca de Estorãos, Associação Cultural em 4.º lugar na Complementar
TAÇA APZN: CAÇADORES VENCEM CAMPEONATO, BRITEIROS CONSOLAÇÃO E NOVAIS COMPLEMENTAR
José Simões e Catarina Lopes sagram-se vencedores do 11ª BTT XCO Centro de Ciclismo do Minho
O dia competitivo arrancou da melhor forma com o protagonismo a ser entregue por completo às escolas de BTT XCO que ao longo da manhã evoluíram quer nas tradicionais gincanas quer nas provas em linha do circuito permanente. O início da tarde reservou o espaço para a competição onde brilharam José Simões (Grupo ccr- ap motors – Lobos Averomar Cycling) e Catarina Lopes (AXPO/FirstBike Team/Vila do Conde) ao vencerem em elites.
José Simões (Grupo ccr-Ap motors – Lobos Averomar Cycling) e Catarina Lopes (AXPO/FirtsBike Team/Vila do Conde) foram os protagonistas em elites do 11.º BTT XCO Centro de Ciclismo do Minho, segunda prova do Campeonato do Minho de BTT XCO - POPP Agency, que decorreu este domingo na Pista Permanente do Centro de Ciclismo do Minho, em Souto Santa Maria, Guimarães.
quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024
Cardeira ultrapassa dureza do Rali Serras de Fafe
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quinta-feira, 18 de janeiro de 2024
Comunicado de Imprensa - Treinadores analisam grupos de Portugal no Mundial
Os treinadores Francisco Santos e Xie Juan analisam os grupos de Portugal e os objetivos para o Campeonato do Mundo de equipas que vai ter lugar em Busan, na Coreia do Sul, entre os dias 16 e 25 de fevereiro.
A equipa masculina vai disputar o grupo 8, com o Egito, Roménia, Irão e Tailândia, e a feminina o grupo 6, com Hong Kong, Áustria, Austrália e Cazaquistão.
O selecionador nacional, Francisco Santos, considera que Portugal está integrado num “grupo muito equilibrado, com o campeão africano, que já está qualificado para Paris2024; a Roménia, que tem uma equipa muito forte e homogénea; e o Irão, que recentemente venceu o Japão nos campeonatos asiáticos.”
“A nossa equipa é a cabeça de série do grupo, e os nossos jogadores já nos têm habituado a grandes prestações nestes importantes eventos”, relembrou, acrescentando que “mais uma vez vamos tentar dignificar ao máximo o ténis de mesa e o desporto português, lutando primeiramente pela passagem de grupo na primeira fase do campeonato e depois tentando a melhor classificação possível, de preferência os quartos de final, que garantem a qualificação direta para os Jogos de Paris2024.”
terça-feira, 16 de janeiro de 2024
domingo, 14 de janeiro de 2024
domingo, 26 de fevereiro de 2023
Joana Gonçalves abandona após queda aparatosa - Campeonato Nacional de Enduro 2023 || Fafe
Depois da vitória incontestável na ronda de abertura do Nacional de Enduro, a piloto MAGNORANGE apresentava-se da melhor forma na jornada fafense. A Tetracampeã Nacional liderou a primeira volta, no entanto uma queda aparatosa na segunda passagem pela Cross-Test, levaria Joana Gonçalves ao abandono.
A segunda ronda do CNE - Campeonato Nacional de Enduro 2023, decorreu ontem na cidade de Fafe. Um percurso com cerca de 56 km´s pelos mais belos trilhos da região, numa jornada de verdadeiro enduro, que contará com duas centenas de participantes.
Uma recuperação que se espera curta, de forma a Joana alinhar já na próxima jornada do CNE - Campeonato Nacional de Enduro, a decorrer já nos próximos dias 11 e 12 de março em Tábua.
Estas e outras notícias em: www.facebook.com/portugal.
Fotos: Aifa_JC
terça-feira, 29 de junho de 2021
Programa de Candidatura "Eugénio Marinho - União para Associação" apresentado.
terça-feira, 20 de outubro de 2020
GEMINAMOS OU GERMINAMOS
Reconhece os locais destas imagens? Pois bem, apresento-vos as cidades-irmãs de Fafe! A catedral pertence a Sens, da região de Borgonha em França e a praia é de Porto Seguro no Brasil. De nada nos adianta sermos geminados com outros lugares, se sabemos pouco sobre isso ou se tiramos ainda menos proveito dessa situação. Na verdade, além de alguma representação em feiras de produtos tradicionais e conferências e das residências artísticas que tivemos há alguns anos, pouco se sabe sobre estes acordos que vêm desde 2009 e 2012.
Esta moda
de geminar cidades foi muito forte no início do século e criaram-se mais de 600
acordos de cooperação com mais de 50 países, por esse Portugal fora. A relação intermunicípios
veio depois mostrar, que se conseguiria mais com sinergias próximas, do que com
relações internacionais que ficam num papel. De lá para cá, a grande maioria
está desativada, quer por falta de projetos, quer devido às alterações
políticas nos executivos camarários, que acabam por ditar o enfraquecimento das
ligações. Mas que bom seria aproveitar estes contactos para tornar as relações
mais simplificadas e desburocratizadas, para impulsionar a componente económica
dos municípios envolvidos, para potenciar o turismo recíproco, para projetos específicos
em áreas sociais, voluntariado jovem ou ambiente. Na verdade, quem investe e
pensa nestas coisas, usa certamente outros recursos que não as geminações municipais
porque possivelmente, nem conhecimento tem do potencial delas. Se nem nós fafenses
sabemos que temos relações privilegiadas com estas cidades de França e Brasil
de que nos serve? As nossas associações e clubes desportivos têm contactos com
os de lá? Alguém alguma vez tentou importar caju ou coco que se produz em Porto
Seguro? Há canais de venda de pão de ló ou vinhos? Já se promoverem circuitos turísticos de Fafe em Sens? Há referências às
duas cidades no nosso posto de turismo?
Geminada refere-se a alguma coisa que forma par, que se encontra lado a lado de outra. Germinada é uma forma conjugada do verbo germinar, que é sinónimo de crescer e desenvolver. Está na hora de nos perguntarmos se queremos uma ou outra... Ainda que me pareça que estas relações deveriam ser vistas como sementes de crescimento e não como simples irmandades de papel.
Clara Paredes Castro
Sens, França
terça-feira, 13 de outubro de 2020
UM ALTRUÍSMO MUITO PROFISSIONAL
Em Fafe sempre houve uma forma de abordar o desporto e a cultura muito altruísta! São centenas de pessoas envolvidas em eventos, organizações, campeonato e afins que dão o seu tempo de forma despretensiosa, voluntariosa e muitas vezes com investimento e sacrifício nas suas vidas pessoais. É assim também por esse país fora e ainda bem, porque um cidadão que não se dispõe em prol da sua sociedade, não vive claramente a sua essência.
Mas este trabalho de afinco e amor à
camisola tem gerado cada vez mais profissionalismo nos resultados. Há rigor,
qualidade e muito eficiência. O risco que isto acarreta é o de ver um produto
muito bem produzido e embalado, a custos reduzidos, comparativamente com outros que são contratualizados a preços elevados e assim nos permitirmos a
desinvestir aqui, para poder sobrar para acolá.
Isto a propósito do Open de Patinagem deste fim de semana em Fafe, mais uma vez organizado com rasgados elogios pelas entidades nacionais da modalidade, ainda que muitos outros exemplos existam em várias áreas. Não resisto a pôr no prato da balança, as rodas e as rodinhas! Não comparando o que não é comparável, vi o Rally em Fafe com um forte investimento público, algum retorno, mas ainda desconfiando do impacto real na vida dos fafenses e do envolvimento da nossa população no evento. E vejo por outro lado, um evento gerido por famílias de Fafe, associações locais e que envolveu 150 atletas, triplicando para pais e mães, mais staffs e equipas diretivas e técnicas. Em ambos os casos não houve público, pelas razões óbvias, mas se ponderarmos o fator-casa, a minha balança pesa claramente para as famílias altruístas que montam um evento desta natureza com fortes resultados, sem laivos de amadorismo, um real impacto local e pouco investimento público. Não quero com isto dizer que não se deve apostar no rally ou eventos altamente profissionais ou que tudo deve ser feito por amor à causa! Mas a verdade é que estamos numa época de fortes restrições financeiras, é preciso olhar mais localmente que globalmente, para fazer crescer os nossos e por isso, tudo deve ser medido e gerido com os olhos postos no nosso território. Todo este altruísmo profissional deve valer muito mais que uns parabéns e uns aplausos de ocasião e se todos devemos ter orgulho pelos que se dedicam à nossa terra de corpo e alma, outros devem fazer o balanço entre investir aqui e apostar no crescimento dos seus ou investir ali e esperar pelo retorno de outros.
Clara Paredes Castro
quarta-feira, 7 de outubro de 2020
Norte regressou à competição de Petanca
Após mais de 7 meses de paragem imposta pela covid-19, a petanca regressou este domingo à competição.
A realização de um mini-campeonato, aberto a atletas femininos e masculinos, sejam federados ou não, foi a fórmula encontrada pela APZN - Associação de Petanca da Zona Norte para a retoma da atividade após o cancelamento de todas as provas a nível nacional e regional.
A competição, disputada na variante de triplete, será composta por 8 torneios, tantos quantos os clubes (Associação Bússola Partilhada, Casa do Pessoal da RTP, Centro Recreativo e Cultural de Briteiros, Clube Amigos da Petanca, Clube Caçadores de Rebordosa, Clube Petanca de Estorãos, Clube Petanca de Rebordosa e Clube Petanca das Taipas) filiados da APZN, que terão lugar em casa de cada um deles aos domingos, com a periodicidade quinzenal.
Dos 8 emblemas nortenhos, 3 são de Paredes, 2 de Guimarães e 1 de Fafe, Ílhavo e Vila Nova de Gaia.
Seguindo as orientações da Direção-Geral de Saúde, foi elaborado um plano de contingência para vigorar em todo o campeonato.
O Clube Petanca das Taipas, sediado no concelho Vimaranense, foi o anfitrião do 1º torneio, que teve a participação de 36 jogadores, 3 femininos e 33 masculinos, os quais formaram 12 equipas (9 masculinas e 3 mistas) em representação de 7 clubes.
A equipa do Clube Petanca de Rebordosa, constituída por Faustino Santos, Carlos Ribeiro e António Moreira, venceu a prova principal (campeonato) e a do Clube Amigos da Petanca, formada por Joaquim Ferreira, António Silva e Manuel Oliveira, ganhou a de consolação.
A realização da 2ª prova será da responsabilidade do Clube Petanca de Rebordosa e está agendada para o próximo dia 18.
terça-feira, 6 de outubro de 2020
domingo, 27 de setembro de 2020
“UM OUTRO OLHAR” – MANUEL MARINHO, UM EMPRESÁRIO INOVADOR E DESPORTISTA

BOM DIA MANUEL, AGRADEÇO – TE POR TERES DISPONIBILIDADE EM PARTICIPAR NESTA ENTREVISTA. EU JÁ TE CONHEÇO A MAIS DE 20 ANOS, E TENHO VINDO A ACOMPANHAR O TEU PERCURSO PROFISSIONAL, COM ORGULHO E AMIZADE, NO ENTANTO, A MINHA PRIMEIRA PERGUNTA É DA PRAXE E É MAIS PESSOAL, E GOSTAVA QUE ME PARTILHASSES AS TUAS ORIGENS, O TEU PERCURSO ESCOLAR E FORMATIVO. ERAS BOM ALUNO? GOSTAVAS DE ESTUDAR? TENS ALGUÉM NA TUA FAMÍLIA OU AMIGOS COMO MODELO EMPREENDEDOR?
Bom dia Filipe, começo por te agradecer o
convite. Nasci em França e 6 anos depois os meus pais emigrados em França
regressam a Portugal e lá vim com eles. A minha infância prossegue em
Quinchães, onde frequentei a escolaridade e depois prossegui os estudos em
Fafe.
Como na altura era “vadio” ou seja, gostava pouco de escola, recebi um ultimato do meu pai, a informar que os “créditos” estavam acabar, então aos 14 anos decido abandonar a escola e ingressar no mercado do trabalho iniciei o meu percurso profissional. A partir daí, foi sempre a trabalhar em diversos sectores, até que em 1991 com 19 anos, criei a minha primeira empresa no ramo do mobiliário de escritório chamada MMP – Equipamentos de Escritório, contudo faço uma pausa à minha veia empreendedora, após ser convidado para Gestor de Clientes na Minolta Portugal, na Filial de Braga, e em 1993 criei a Cadeinor e cá continuamos hoje.
Entretanto durante o meu percurso profissional
frequentei várias formações na área de gestão empresarial, recursos humanos,
gestão financeira entre outros, e em 2017 frequentei um MBA de gestão na
Universidade Fernando Pessoa, no Porto.
Uma parte do meu empreendedorismo herdei do
meu Pai, porque foi um exemplo de determinação, resiliência e superação, sem
dúvida estou-lhe muito grato pelos ensinamentos que me passou, acima de tudo
pelos valores morais, algo que infelizmente muita gente tem perdido.
Como surgiu a ideia de ser empreendedor?
Recordo-me de ler um texto na escola primária, julgo que na 3ª classe, que retratava a história de 3 amigos que construíram uma fábrica, e recorda-me na altura pensar para mim: um dia também vou ter uma fábrica, só não sabia de quê. Portanto aí foi a primeira “vacina” empreendera que apanhei. Claro que com o passar dos anos essa vontade for crescendo, e o facto de pensar sempre fora da caixa, de não me dar bem com a zona de conforto e ambicionar liderar algo, foram os ingredientes para me tornar um empreendedor.
A empresa que diriges
atualmente com um dos teus irmãos, foi criada em 1996, conta-nos mais sobre a
trajetória da vossa empresa até à data de hoje, partilhando-nos as suas
atividades, os seus produtos e serviços e sua dimensão em termos de mercado e
humano.
Exato, foi criada em 1996. A ideia surge a partir de uma visita a uma feira do sector em Madrid, e durante a mesma, encontro um possível parceiro que demonstrou interesse em criar uma filial em Portugal e pensei: Cá esta a oportunidade de criar a fabrica. Na altura avanço com os meus familiares e sem a participação da empresa espanhola, portanto arrancamos sós. Iniciamos num espaço de 50 m2, na garagem de uma casa que os meus pais possuíam onde funcionava a produção e os quartos eram o escritório e showroom. Em 1998 construímos nova fábrica na zona industrial e cá continuamos.
A partir dai fomos evoluindo e construindo o
nosso trajeto. Iniciamos pelo Norte e fomos abrindo distribuidores ao longo do
país. Em 2016 iniciamos a nossa internacionalização na nossa vizinha Espanha.
No entanto queria mais, percebi que para estarmos lá fora, não nos basta fazer
bem, era fundamental perceber como as empresas se organizavam nos seus espaços
de trabalho e quais as tendências. Percebemos então que os espaços de trabalho
pediam ambientes corporativos e que o escritório deixou de ser meramente uma
secretária e uma cadeira, e é nessa altura criamos o nosso departamento de
design a “Inovations develpment Centre”;
conscientes do risco em inovar comportava, mas com a determinação de criarmos
produtos adequados às novas tendências. A partir dai fomos crescendo pela
Europa, e neste momento estamos em pais como a Irlanda, França, Alemanha,
Espanha, Marrocos, Espanha e nos Países Lusófonos.
Estamos certificados segundo a NP EN
ISO9001-2015 (Gestão da Qualidade) desde 2006 e a NP EN 14001-2015 (Gestão
Ambiental) desde de 2016. Também somos PME líder desde 2008 até a data PME
Excelência há 3 anos consecutivos.

Quais são as
dificuldades que encontras na gestão do dia a dia do vosso negócio?
No dia a
dia, as dificuldades são mais do foro estatal. Sem dúvida que o nosso país está
a léguas de distância no que concerne a esta questão, comparando com outros
países da Europa. Excesso de legislação e a todo o momento são alteradas. Não
há uma visão estratégica clara do se pretende a vamos remendando e ajustado as
coisas, sempre que há uma alteração de governo.
Quais são as maiores
satisfações e desilusões que tivestes, até agora, com vossa empresa?
A desilusão e os fracassos, olho-os sempre pelo lado positivo, uma vez que nos ajuda a melhorar e a enriquecer o nosso know-how. Satisfações, sem dúvida as conquistas no mercado externo. Sabes Filipe, estamos numa área de negócio que não temos qualquer cultura no nosso pais, pelo que, cada conquista no mercado externo é uma batalha. É por isso, que cada pequena conquista é vivida com uma enorme satisfação, funcionando também como combustível para continuarmos o trajeto delineado.
Na véspera dos 25 anos
da empresa, quais são os próximos desafios que prevês para a vossa empresa?
Transformar os espaços é também transformar a dinâmica das relações
dentro do ambiente de trabalho, a globalização alterou o mundo corporativo,
nesse sentido é necessário projetar de acordo com as exigências de um contexto
empresarial cada vez mais fluido. Para tal, a Cadeinor investe numa constante
inovação para poder acompanhar as tendências de uma forma sensata. Apostamos em
relações baseadas numa ética informal, antecipando sempre as necessidades dos
clientes. Mantemo-nos construtivamente insatisfeitos, adotando uma estrutura
horizontal como principal fonte de energia, o que nos garante uma constante
inovação. Ambicionamos romper com a rotina diária do ser humano.
Manter a esta trajetória, ou seja, continuar a
nossa afirmação de referência no sector e entrar em novos mercados. Neste
momento a exportação representa 27% da faturação, sendo o objetivo a 3 anos
crescer até aos 50%. Já são mais de duas décadas e
existência, mas queremos continuar a crescer de forma sustentada, investindo
numa inovação constante, para que possamos acompanhar as tendências no sector. Continuar
a apostar em relações baseadas numa ética informal, antecipando sempre as
necessidades dos clientes O foco constante na materialização de produtos
atuais, juntamente com a aposta no desenvolvimento próprio, manter-se-ão os
elementos-chave na definição da nossa identidade e crescimento.


Quais são as
características pessoais mais importantes para a CADEINOR? Isto é, que
importância dás às relações internas e externa na empresa? E para ti como empresário, quais são os
contactos mais importantes? Fornecedores, clientes, pessoas de influência?
O sucesso está na interpretação correta da
palavra pareceria, e neste sentido todos os agentes desde clientes,
fornecedores e os recursos humanos são importantes para a organização.
Como te vês como
pessoa? Como lidas com o fracasso e o sucesso?
Sou uma
pessoa determinada e que não relaxa. Tenho que ter sempre algo para me motivar.
Com o sucesso naturalmente que me faz bem, muitas das vezes serve como alimento
para continuar. Com o fracasso, como disse anteriormente, olho sempre para o
lado positivo, encaro como aprendizagem.
Consegues conciliar, no
teu dia a dia, a vida profissional e pessoal?
Tem dias.
No teu percurso de
empresário, queres partilhar um momento único positivo ou negativo ou até
anedótico que te marcou?
Talvez aquela viagem a Madrid, que me fez
avançar para aquilo que sou hoje enquanto empreendedor.
Se tivesses um conselho
a dar a um jovem empreendedor perante o estado atual da Economia, qual seria?
Se acreditam, força. Determinação e resiliências, dos fatores chave para
o sucesso. No entanto, como
disse um amigo, é preciso saber e sobretudo ter a humildade de aprender.
A crise atual associada
à Pandemia COVID-19, afetou-vos na vossa forma de trabalhar? na competitividade
da empresa, nas relações com os clientes? De forma negativa ou positiva?
Como é obvio afetou tal como a muitos outros. Como
trabalhamos na área de office ainda mais devido a esta nova realidade do
teletrabalho, acaba por afetar-nos, no entanto, infelizmente há outros sectores
que prejudicou muito mais. Resumindo, não nos podemos queixar.

Vamos passar para uma
parte mais pessoal da entrevista, tenho as seguintes perguntas e peço-te uma
palavra ou frase de resposta para cada uma delas:
Hobbies?
Rallyes e Futebol
Local de Férias
preferido?
O meu País
Adoras?
Viver
Detestas?
Hipocrisia
Prato preferido?
Sou um bom garfo.
Restaurante preferido?
Nenhum em concreto.
Desporto preferido?
Todo que envolva motores e futebol
Qual é o teu clube?
FC. Porto
Se não fosses
empresário, eras?
Pois não sei, mas talvez ligado a algo na formação
de crianças.
Se tivesses a
oportunidade de mudar algo no teu percurso profissional, seria o quê?
Não
mudava nada.
O que representa Fafe
para ti?
A cidade onde cresci, onde invisto e claro
onde gosto de viver. e claro um orgulho enorme. Participo em muitas ações muito
em prol desta terra, ajudo muitas instituições porque quero uma cidade com
dinâmica e forte.
Se amanhã, fosses um
eleito político local, que medidas no setor económico ou outro, implementavas?
Talvez uma maior atenção para os agentes
económicos do concelho, e sobretudo um olhar diferente para os jovens
empreendedores e perceber as dificuldades destes. Sem dúvida que a burocracia
deste país é por vezes redutora. Criaria também uma incubadora de empresas.
Qual é a tua regra de
Ouro?
Honestidade
Há algo mais que gostarias
de dizer, que não foi abordado?
Nada mais acrescentar, somente renovar-te o
agradecimento do convite e terminar com duas citações que me motivam:
“Tudo parece impossível até que seja feito”
Nelson Mandela
“O destino é o destino. O resto é comigo”
Miguel Torga
terça-feira, 11 de agosto de 2020
Não há Volta a Portugal, mas ciclistas amadores de Fafe vão poder desfrutar na Serra da Estrela...
Ciclismo
Não há Volta a Portugal,
mas ciclistas amadores, muitos de Fafe, vão poder participar no “Serra da Estrela Riders Challenge”

A tradição manda que em Agosto o ponto mais alto de Portugal continental seja visitado pelos amantes do ciclismo. Este ano a pandemia Covid 19 impede a realização da Volta a Portugal, e o mesmo se passou com os eventos de massas como o Granfondo Serra da Estrela, mas os ciclistas amadores podem enfrentar as dificuldades da Estrela, participando num desafio baseado em conceito inovador que vai decorrer de 15 de agosto a 18 de outubro, o “Serra da Estrela Riders Challenge”, organizado pela Ultra Spirit Sports e pelo Clube Chronos.
A
apresentação do evento decorreu na passada sexta-feira, 7 de agosto, no Centro
de Interpretação da Torre do Estrela Geopark, a 1993 metros de altitude.
Estamos certos que serão muitos fafenses, amantes da modalidade, que irão estar presentes neste magnífico evento.












