terça-feira, 24 de março de 2026

Nota à imprensa: Repúdio e Esclarecimento sobre o Processo Judicial de Ivo Faria


A Concelhia do Chega de Fafe vem, por este meio, expressar o seu mais profundo e veemente repúdio perante os factos recentemente noticiados que envolvem a detenção de Ivo Faria, ex-militante e candidato deste partido, por suspeitas de crimes de natureza sexual.

Perante a gravidade extrema da situação, a Concelhia esclarece o seguinte:

Tolerância Zero: O Chega mantém uma posição firme, intransigente e de combate sem tréguas contra a pedofilia e todos os crimes de natureza sexual. Estes atos são contrários aos valores fundamentais que defendemos. Repudiamos todos os ilícitos, especialmente aqueles de natureza tão insidiosa e perversa.

Rigor no Escrutínio: À data das eleições autárquicas, foi exigido o Registo Criminal a todos os cabeças de lista candidatos aos vários órgãos em Fafe, sem exceção. No caso em concreto, o documento apresentado e datado de 25/07/2025, não continha qualquer averbamento de antecedentes criminais, cumprindo todos os requisitos legais e partidários para a candidatura.

Expulsão Imediata: A Concelhia de Fafe aplaude e subscreve inteiramente a decisão do Conselho de Jurisdição Nacional, o órgão responsável pela disciplina do partido, que procedeu à expulsão imediata de Ivo Faria, já publicada no site oficial do partido.

Solidariedade e Justiça: Solidarizamo-nos com todas as eventuais vítimas e as suas famílias. Desejamos que a justiça atue com o máximo de rapidez, rigor e firmeza para o apuramento total da verdade.

Reiteramos que, embora seja impossível prever comportamentos individuais desta natureza, fizemos sempre o possível para apurar a integridade e idoneidade dos nossos candidatos. A nossa responsabilidade reside, neste momento, na clareza da condenação dos factos sobre os quais pende esta investigação e rapidez da reação. O Chega não admite, nem admitirá, a militância ou a mera intervenção no âmbito partidário de quem atente contra valores que defendemos desde a fundação do CHEGA e lutará sempre contra o crime e contra todos os factos atentatórios da integridade e a dignidade humana.

 

A Comissão Política Concelhia de Fafe

A este comunicado aderem ainda todos os eleitos do partido CHEGA em todo o concelho de Fafe e a deputada fafense à Assembleia da República pelo partido CHEGA, Vanessa Barata.


REUNIÃO DOS DEPUTADOS ELEITOS PELO CIRCULO DE BRAGA DO PSD COM O PRESIDENTE DA CÂMARA DE BRAGA.




Os deputados do PSD, eleitos pelo circulo eleitoral de Braga, foram recentemente  recebidos, na sequência de um pedido de audiência formulado ao Senhor Presidente da Câmara de Braga, Dr João Rodrigues, para uma reunião de trabalho sobre o desenvolvimento do concelho bracarense.

Na ocasião o deputado Carlos Cação, coordenador dos deputados no distrito, informou o Presidente da Câmara sobre os trabalhos do grupo de deputados do PSD já realizado no distrito bem como toda a programação a realizar este ano.

O Dr João Rodrigues, na sua mensagem inicial de boas vindas, mostrou a total disponibilidade de trabalhar com todos os deputados do distrito de Braga tendo em vista o desenvolvimento do concelho, com foque na dinâmica da atuação do executivo municipal. 

Durante a reunião o Senhor Presidente da Câmara informou e debateu com os deputados os temas principais que afetam a população de Braga, tendo sido uma reunião produtiva com diversas interações entre todos os presentes  

Foi focada a atual situação demográfica da cidade, com um recente exponencial número de habitantes, o que é demonstrativo do valor  que Braga tem, traduzido a sua dinâmica social, económica, cultural, desportiva, histórica, educacional  que são fatores de atratividade impares no país, mas tendo também particular atenção os desafios que essa situação acarreta.

Foi debatido em profundidade os desafios da mobilidade atuais em Braga bem como a política municipal para ser ultrapassado, no menor tempo possível, as atuais dificuldades sentidas no concelho. 

As obras do Nó de Infias, que iniciarão em breve, foram foco de particular atenção, assim como o plano de tráfego a introduzir para diminuir os inconvenientes para a circulação durante a sua execução. 

Campanha de Recolha de Sangue - 29 de março (domingo), na Escola Básica de Arões S. Romão, entre as 09h00 e as 12h30.

 


segunda-feira, 9 de março de 2026

Recolha de sangue - 13 de março sexta-feira, entre as 15h00 e as 19h00, no Edifício das Associações.

 


PCP Fafe: Vitória dos feirantes reforça a determinação do PCP

 


A recente medida anunciada pela Câmara Municipal de Fafe de isentar os feirantes do pagamento da taxa de ocupação durante dois meses não pode ser dissociada da intervenção dos eleitos do PCP em Fafe.

 

No passado dia 27 de fevereiro de 2026 o eleito do PCP na Assembleia Municipal apresentou uma moção que exigia, precisamente, um apoio extraordinário aos feirantes, propondo um desconto de 50% nas taxas de janeiro e fevereiro.

Embora a proposta tenha sido inicialmente rejeitada pela Assembleia Municipal — com votos contra do PS que alegou falta de "enquadramento legal" — a realidade é que o executivo municipal acabou por aplicar uma medida de isenção, meia dúzia de dias depois, no dia 5 de março. 

 

 A medida aplicada é o reflexo prático daquilo que o PCP defendeu e pelo qual se bateu. O anúncio da isenção para quem paga mensalmente (em abril e maio) e a redução proporcional para pagamentos anuais corresponde exatamente ao modelo proposto. A autarquia acabou por admitir que as condições meteorológicas tornaram a atividade deficitária, validando o alerta do PCP sobre a instabilidade dos rendimentos destes profissionais.

 

As feiras são pilares insubstituíveis da economia e da identidade de Fafe. O PCP reafirma que o respeito pelos trabalhadores que todas as semanas dão corpo a esta atividade exige uma proteção social ativa.

 

Esta vitória dos feirantes reforça a determinação do PCP em continuar a lutar por outros setores em situações difíceis no concelho, como é o caso das trabalhadoras das cantinas escolares, cuja gestão direta e dignificação salarial continuamos a exigir.

 

A luta pela dignidade de quem trabalha continua!

quarta-feira, 4 de março de 2026

Campanha de Recolha de Sangue, dia 8 de março (domingo), entre as 9h00 e as 12h30, uma Campanha de Recolha de Sangue, na sede da Junta de Freguesia de Ardegão.

 


PCP FAFE: Desvalorização das cantinas escolares

 


A recente decisão da Câmara Municipal de Fafe, liderada pelo PS, de renovar a concessão das cantinas escolares por mais três anos — uma medida que contou com o apoio de PSD, CDS e IL — representa uma oportunidade perdida de valorizar a escola pública e os seus trabalhadores. A Comissão Concelhia de Fafe do PCP reafirma que as cantinas não são um serviço exterior, mas sim uma plataforma pedagógica central na saúde e no bem-estar dos nossos jovens, não podendo, por isso, ser tratadas como um negócio de conveniência.

As cantinas escolares são plataformas pedagógicas essenciais para a saúde e o desenvolvimento dos jovens fafenses, não podendo ser tratadas como um serviço exterior ou descartável. Atualmente, as funcionárias das cantinas enfrentam uma situação insustentável, marcada por vínculos precários, instabilidade contratual e ordenados baixíssimos. Com a conivência da Câmara Municipal, estas profissionais são amarradas a contratos parciais de 2, 4, 6 ou 7 horas, sofrendo uma sobrecarga de trabalho constante devido ao incumprimento sistemático dos rácios de pessoal face ao elevado número de refeições servidas. O PCP questionou diretamente o executivo se o aumento de refeições previsto para o futuro será acompanhado pelo necessário reforço de pessoal ou se a estratégia do PS passará por sobrecarregar ainda mais quem já trabalha no limite das suas capacidades.

A gestão pública direta, proposta pelo PCP em moção apresentada na Assembleia Municipal de 29 de dezembro de 2025, permitiria uma mudança profunda de paradigma. O Município tem o dever de ser um parceiro comercial de referência para a agricultura familiar local, garantindo que os alimentos chegam às cantinas através de circuitos curtos, assegurando frescura e sustentabilidade.

O PCP mantém o seu compromisso inabalável com uma escola pública de qualidade, da qual as Cantinas são parte integrante, e continuará a lutar para que se regularize a situação laboral nestes estabelecimentos, através da contratação de todos os Trabalhadores a tempo inteiro e com a dignidade remuneratória que merecem. Não se pode aceitar que a grande fatia do orçamento municipal para as cantinas seja consumida pela subcontratação, perdendo-se em margens de lucro que não chegam nem ao prato dos alunos, nem ao bolso dos Trabalhadores. É urgente que o executivo PS assuma as suas responsabilidades e inverta este caminho de desvalorização social.

 

Comissão Concelhia de Fafe do PCP

Parlamento falha no reconhecimento pleno dos dadores de sangue

 


No passado dia 28 de fevereiro a Assembleia da República rejeitou a consagração de uma falta

justificada para dadores de sangue, constitui para nós, uma oportunidade perdida na valorização de

um gesto essencial à sociedade. Ao manter o regime atual que prevê apenas a dispensa pelo tempo

estritamente necessário à dádiva, o Parlamento ignora as dificuldades reais que muitos trabalhadores

enfrentam para conciliar horários profissionais exigentes para doar sangue. Deslocações, tempos de

espera e o próprio período de recuperação tornam, muitas vezes, difícil o regresso imediato ao

trabalho sem constrangimentos.

Importa sublinhar que já existem exemplos no país de maior reconhecimento. Na Região Autónoma

da Madeira, por exemplo, são concedidos dois dias de dispensa aos dadores que vão doar sangue,

demonstrando que é possível valorizar de forma mais efetiva este ato nobre e solidário.

Recorde-se que a dádiva de sangue é voluntária, gratuita e indispensável ao funcionamento do

sistema de saúde. Todos os dias são necessárias mil e cem unidades de sangue para cirurgias,

tratamentos e situações de emergência. Cada dádiva pode salvar até três vidas.

Reconhecer uma falta justificada não seria um privilégio, mas um sinal claro de respeito por quem

contribui, de forma solidária, para o bem comum, realçamos que em janeiro alterou-se o critério da

idade para doar sangue passando a ser possível doar sangue até aos 70 anos sem complicações de

saúde.

A Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Fafe continuará a defender que facilitar a dádiva é

fortalecer a cidadania. Porque doar sangue é um ato de generosidade e a generosidade merece

reconhecimento a todos os dadores.

A Direção