quarta-feira, 11 de março de 2020

CAMPEÕES REGIONAIS PETANCA: LURDES CASTRO E GUILHERME MATOS


Guilherme Matos e Lurdes Castro sagraram-se campeões regionais de petanca 2020 na variante de mão a mão (um contra um) em representação do Clube Amigos da Petanca (Lordelo, Paredes) e do Clube Petanca de Estorãos (Fafe), respetivamente.

Gabriel Freitas (Clube Petanca das Taipas, Guimarães) foi o finalista vencido, Antero Conceição (Associação Bússola Partilhada, Gafanha da Nazaré) obteve o 3° lugar e Maria Del Carmen (Clube Amigos da Petanca) é a vice-campeã.

A eliminatória da APZN - Associação de Petanca da Zona Norte, disputada este domingo no Clube Caçadores de Rebordosa, apurou 4 atletas (3 masculinos e 1 feminino) para a final nacional agendada para 3 de maio.

Participaram 69 jogadores (61 homens e 8 senhoras) dos 8 clubes filiados, sendo o Clube Amigos da Petanca o mais representado com 16, seguido pelo Clube Petanca das Taipas com 10, Clube Caçadores de Rebordosa e Clube Petanca de Estorãos 9, Clube Petanca de Rebordosa 8, Associação Bússola Partilhada e Centro Recreativo e Cultural de Briteiros 7 e Casa do Pessoal da RTP-Porto 3.

No próximo domingo, o Parque Rio Ferreira, Lordelo, irá ser o palco da eliminatória nortenha de doublete (dois contra dois), que irá apurar os campeões regionais e representantes da APZN na final nacional marcada para 4 e 5 de julho.



quinta-feira, 5 de março de 2020

#passaapalavra: Pedro Sousa é Professor, Jornalista, Blogger e Dirigente Associativo.


Natural de Regadas, nasceu em Fafe em janeiro de 1979. Antes de entrar na Escola primária já era Lobito nos Escuteiros de Regadas. Frequentou a catequese. Foi seminarista. Estudou em Coimbra. Participou ativamente na política partidária. Sócio fundador de várias associações.






JORNALdeFAFE: Regadas é uma terra de paixão para si.
Pedro Sousa: Claramente! Regadas é a minha terra. Embora na Faculdade me conheciam e tratavam por ‘Fafe’, Regadas é a minha terrinha. Obviamente, esta pertence a Fafe e não consigo distanciar uma da outra.
 
JORNALdeFAFE: Sendo o Pedro Sousa uma pessoa de mil ofícios, nunca deixou de afirmar que é da aldeia, mas nunca pensou em fazer-se passar, como muitos o fazem, por um menino da cidade?
Pedro Sousa: Sinceramente, não! Também ouvi isso em alguns colegas, sobretudo na política. Mas eu sou da aldeia. Nunca entendi muito bem isso. E a minha aldeia é do tamanho do mundo! E qual cidade? Eu já vivi mais anos em Coimbra do que em Fafe e nem por isso deixei de ser o ‘Fafe’…

JORNALdeFAFE: Sabemos que esteve ligado e até fundou várias associações. Pode falar um pouco sobre estas aventuras?
Pedro Sousa: Teríamos muito para falar. Mas tentarei resumir. Antes de entrar na Escola Primária, penso que teria 5 anos, entrei para os escuteiros. O meu pai foi escuteiro muitos anos e incentivou-me a ingressar. Comecei nos Lobitos, era a minha Chefe a Alice Teixeira, e fazia muitas atividades connosco, até nos levava a sítios visitar. Depois foi com o Chefe Raúl Teixeira (Chefe dos Bombos Amigos da Borga) que passei a minha adolescência. Primeiro nos Exploradores e depois nos Pioneiros. O Raúl é o meu ‘mestre’ chefe de referência. Aprendi com ele, sobretudo, o lado humanista de lidar com os outros. Fui também Caminheiro e Dirigente, mas estes momentos não foram os melhores. Estas idades são mais perigosas e quem estava nos Caminheiros percebia pouco de relações humanas. Muitos pensam que chegam a Chefes, têm o lenço verde, e já podem mandar nos outros e isso não cativa as pessoas. Como Dirigente, só gostei mesmo de ser Secretário Administrativo do Campo do CNE em Apúlia. Eramos uma equipa de amigos de vários núcleos de Braga e conseguimos administrar e construir uma boa sede, sendo que dávamos prioridade às pessoas, às famílias, ao humanismo, como estava escrito no regulamento interno. Mas tudo tem o seu tempo…

JORNALdeFAFE: E outras associações?
Pedro Sousa: Em Coimbra, como todos os estudantes da Academia, fui sócio da AAC (Associação Académica de Coimbra). Sócio fundador da Associação Solar da Praça, uma Associação a que ainda hoje pertenço e pago quotas, compramos uma casa para instalar a nossa República da Praça, que foi despejada com a nova lei do arrendamento, e os atuais residentes e os antigos contribuem para pagar o empréstimo. Sócio fundador e dirigente do CLUB ALFA, esta é a menina dos meus olhos, neste momento já não pertenço sequer aos órgãos de gestão, mas estou à frente da parte pedagógica e artística e estamos a criar a Academia Club Alfa, um projeto que já está a nascer fisicamente em Regadas. Ainda agora, acabamos de candidatar uma outra fase do projeto que tem tido um apoio incansável do Arquiteto Gil Soares e espero vê-lo de pé ainda em 2020.

Também fui sócio-fundador da ACSSR, sócio número 11, mas abandonei quando me apercebi que as pessoas que fomos buscar para ajudar na construção, afinal só queriam agarrar o poder para dar ‘tachos’ à família e amigos e começaram a candidatar-se contra o Álvaro Teixeira que tinha sido o grande impulsionador. Como não me identifico com este tipo de atitudes, depois de trabalhar no Boletim e apoio pedagógico à borla, afastei-me da associação e dessas pessoas. Pessoas essas que fizeram listas contra a junta de então. Não posso admitir a ninguém que é apoiado por outras pessoas e na primeira oportunidade dão facadas nas costas a quem os apoiou! Isto é oportunismo! Estão no seu direito, mas eu também estou no meu e quero distância desse tipo de gente!

JORNALdeFAFE: A sua vida profissional já conhece um vasto currículo.
Pedro Sousa: Mais ou menos. Ainda não tanto quanto o desejava, mas também ainda me faltam uns anitos para a reforma… J

JORNALdeFAFE: Certo, mas lemos no seu blogue que já deu aulas em vários sítios e desempenhou cargos de relevo.
Pedro Sousa: O meu percurso não foi sempre fácil. Depois de concluir a licenciatura, fiz logo o estágio pedagógico. Aí até me senti um pouco rico. J O estágio ainda era remunerado e nunca tinha ganho tanto dinheiro. Mas depois veio o caminho do calvário. Eu queria mesmo ser professor, mas estava tudo cheio. Felizmente apareceram umas formações em Lisboa, mas o IEFP só pagava a três ou quatro meses. E eu rezava para não me acontecer nada, porque andava com o dinheirinho todo contado. Os meus pais ajudaram-me sempre, se não fosse assim não conseguia ir trabalhar, mas eu também não queria estar a depender deles. Foi duro! Foram dois anos muito difíceis.

JORNALdeFAFE: E quando volta a Coimbra?
Pedro Sousa: Aí foi a sorte grande! Coimbra é mesmo a minha cidade da sorte. Eu pertenci a uma República de Estudantes e tinha um colega a trabalhar na ARCA (Associação Recreativa de Coimbra artística), como eu estava a dar formação em Lisboa e mais tarde em Coimbra, falei a esse colega que existiam os CEF (Cursos de Educação e Formação) e eles não tinham, poderia ser mais uma fonte de receita porque aquela entidade já passava por algumas dificuldades financeiras. Esse meu colega disse que não tinham dinheiro para contratar alguém para fazer as candidaturas e eu disse que as fazia de graça e se fossem aprovados os cursos seria o Coordenador e Professor até me preencherem o horário. E foi assim que entrei na ARCA. Uma Escola de excelência. Tinha a Escola Universitária das Artes de Coimbra e a Escola de Artes de Coimbra (Escola Profissional). Aprovamos logo 7 cursos. Arranjei trabalho para mim e ainda tiveram de contratar mais professores. Depois desta aposta ganha, o meu colega pede-me ajuda para candidatar uns Cursos de Especialização Tecnológica, já tinha tentado mas ninguém o ajudava. Criámos o Departamento de Formação da ARCA, o Dr. Marcos Júlio era o Diretor Financeiro, eu o Diretor Pedagógico e havia uma senhora, Drª Paula Almeida, que era a Secretária desta Direção. Uma equipa fantástica. Aprovamos também 6 cursos. E eis que vêm vários milhares para serem aplicados na ministração daqueles cursos.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Fraternidade Nuno Álvares de Braga vai a eleições
Fafe recebe primeira apresentação da equipa candidata.
No dia 07, pelas 21 horas, no edifício da Junta de Freguesia de Vinhós, a única lista que se apresenta a sufrágio, se apresenta aos associados dos Núcleo de Fafe da FNA.
A equipa que se apresenta a um novo mandato de 3 anos é composta pelos cinco elementos da atual Direção Regional da FNA e é liderada pelo associado e atual Presidente Regional Carlos Alberto Cunha.
A aposta desta candidatura visa continuar o trabalho desenvolvido e apostar numa maior proximidade junto dos 71 Núcleos existentes na Diocese de Braga, a maior do País e junto dos mais de 1200 associados.
Para isso, esta candidatura vai criar uma estrutura que corresponde a ter um representante em cada arciprestado da Diocese de Braga. Em Fafe será apresentado o Associado Jorge Costa do Núcleo de São Gens como nomeado pela Direção Regional após eleita e ter tomado posse.
A este compete representar a Direção Regional junto dos Núcleos da FNA de Fafe sempre que solicitado por estes ou pela Direção Regional.
Esta candidatura vai promover apresentações em todos os arciprestados, estando já definidas as datas para que tal aconteça: Dia 07, 21.00h Junta de Freguesia de Vinhós – Núcleos de Fafe; dia 9 em Marinhas, Núcleos de Esposende, Vila do Conde e Póvoa de Varzim; para os Núcleos de Famalicão e Santo Tirso, será dia 13 em Brufe; para os Núcleos de Barcelos, o dia 16 em Milhazes: para Braga, Amares e Vila Verde, no dia 18 em Tibães e a última apresentação terá lugar em Nespereira no dia 21 para os Núcleos de Guimarães e Vizela.
O Conselho Eletivo terá lugar a 29 de fevereiro em Braga.