terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Distrito de Braga (900€), no arrendamento, manteve os preços inalterados em relação ao mês anterior, mas nas vendas há um aumento de 14% (270.625€ para 309.000€).

 

Novo Barómetro Imovirtual: preço do arrendamento cresce 8% e venda regista subida de 19% em janeiro
Norte e Centro oferecem opções mais acessíveis, enquanto Sul e Ilhas lideram nos valores mais elevados. Distritos como Guarda e São Miguel destacam-se pelos crescimentos expressivos

 

Lisboa, 28 de janeiro de 2025 – O Imovirtual, portal imobiliário de referência, apresenta o seu barómetro mais recente, relativo à evolução dos preços médios anunciados de arrendamento e venda em Portugal, incluindo ilhas. Os dados comparam os valores de janeiro de 2025 com os do mês anterior, dezembro de 2024, e com o período homólogo, janeiro de 2024.

 

Arrendamento

Em relação ao valor médio dos imóveis para arrendar, verifica-se um aumento na renda média de 8% em comparação com janeiro do ano passado, estando 100€ mais caro. Em relação ao mês anterior, houve uma ligeira estabilização, passando de 1.250€ para 1.300€ (+4%).

Norte
Os preços médios de arrendamento no Norte apresentaram oscilações relevantes. A Guarda destacou-se com o maior crescimento percentual, registando uma subida de 45% face ao mês anterior (500€ para 725€) e de 81% em relação ao ano anterior (400€ para 725€). Seguiu-se Viseu, com um aumento mensal de 8% (650€ para 700€) e um crescimento anual de 17% (600€ para 700€).

Por outro lado, Viana do Castelo registou uma ligeira descida de -1% face ao mês anterior (800€ para 795€). Enquanto Bragança, registou uma descida de -5% face ao período homólogo, janeiro de 2024. Contudo, alguns distritos, como Braga (900€), Bragança (525€) e Vila Real (550€), mantiveram os preços inalterados em relação ao mês anterior.

Centro

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

FAMALICÃO: Eduardo Oliveira apresenta equipa da campanha para as autárquicas


 Candidato socialista à Câmara de Famalicão

Eduardo Oliveira apresenta equipa

da campanha para as autárquicas

 

Composta por sete membros, a estrutura reúne experiência, compromisso e um profundo conhecimento do concelho de Famalicão

 

Eduardo Oliveira, candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, apresentou este sábado, no Museu Bernardino Machado, em Famalicão, a estrutura da campanha para as eleições autárquicas de 2025. “A equipa que hoje apresentamos reúne experiência, compromisso e um profundo conhecimento do nosso concelho. Juntos, iremos construir um projeto sólido, participativo e centrado nas pessoas, com o objetivo de oferecer uma alternativa forte e responsável para o futuro de Famalicão”, afirmou Eduardo Oliveira.

 

A equipa será composta por Nuno Miguel Meneses, 47 anos, enquanto diretor de campanha. Nuno Meneses é gerente do Banco CTT em Braga, presidente da Mesa da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Vila Nova de Famalicão e membro do Secretariado da Federação Distrital de Braga do Partido Socialista. “A campanha vai passar muito pela proximidade. Ouvir, sentir e responder aos anseios da nossa comunidade através do nosso programa autárquico. O nosso grande objetivo é vencer Vila Nova de Famalicão, fazer a Mudança e devolver a esperança a todos famalicenses”, afirmou.

 

Ivo Sá Machado, 56 anos, militante socialista com sólida reputação técnica e política, assume o papel de responsável pelo programa autárquico. Na sua intervenção, realçou o grau de incerteza que existe atualmente com as contas da Câmara Municial: “Temos que ter um diagnóstico da situação que vamos encontrar e definir o caminho para que as pesosas possa viver bem, com tranquilidade”. Ivo Sá Machado destacou ainda as três fases da construção do programa: “Um primeiro programa-base, um fórum por cada grande área paara acrescentar as equipas técnicas e a construção final do documento consolidado que será apresentado em junho para validação do proposta de governo local”.

 

GUIMARÃES: Exposição coletiva "Se Eu Quiser Falar Com Deus" inaugura este sábado em Guimarães [1 fevereiro, 16h00, Palácio Vila Flor]

 

Abertura de portas acontece às 16h00 para dar a conhecer obras de pintura, desenho e instalação de António Gonçalves, Diogo Nogueira, Joana Araújo, Natacha Martins e Sofia Vermelho

Exposição coletiva "Se Eu Quiser Falar Com Deus" inaugura a 1 de fevereiro no Palácio Vila Flor

Exposição "Se Eu Quiser Falar Com Deus" © direitos reservados 

“Se Eu Quiser Falar Com Deus” é a primeira exposição a inaugurar em 2025 no Palácio Vila Flor, em Guimarães. Já este sábado, 1 de fevereiro, às 16h00, inaugura-se esta exposição de pintura, desenho e instalação, que é uma espécie de rememoração intuitiva de um presente que nos escapa, reunindo obras de António Gonçalves, Diogo Nogueira, Joana Araújo, Natacha Martins e Sofia Vermelho. 

Em “Se Eu Quiser Falar Com Deus”, confrontados com a tragédia de não percebermos o que acontece, parece que os nossos sentidos se viram inevitavelmente para a frente, na procura de horizontes de fuga num desconhecido que precisamos com urgência de descobrir, de descobrir como se tudo terminasse logo ali, depois da derradeira descoberta. Face ao que vemos, parece que nos estamos a preparar para captar predisposições que vêm do fundo pelo lado da frente da nossa face, onde cada perfil é uma superfície de combate, uma constatação que se releva no facto de sermos diferentes uns dos outros. 
 
Tudo o que existe nesta exposição desenrola-se e determina-se sob um olhar que deverá ser atento (um olhar que é nosso e que se projeta no que virá a seguir), embora sem existir uma referência explícita ao futuro. Perante estas obras, a disposição dos nossos órgãos, o design do nosso sistema nervoso e as manifestações dos nossos impulsos vêm-se organizados pelas imagens que sondamos como se fossem pequenas cápsulas de tempo, como algo que se desenrola sem perspetivas temporais. 

Entre os artistas envolvidos nesta exposição estão António Gonçalves, com formação em Belas Artes desenvolvida no Porto com licenciatura em Artes Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e doutoramento em História da Arte, bem como em Cuenca (Espanha); Diogo Nogueira, que vive e trabalha entre o Porto e Paris sendo licenciado em Artes Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e tendo completado uma pós-graduação em Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha. Encontra-se atualmente a concluir o diploma em Artes Plásticas na École nationale supérieure des beaux-arts de Paris e a sua prática artística abrange os domínios da pintura, desenho, cerâmica e instalação, participando, desde 2018, em diversas exposições, tanto em contexto nacional como internacional, tendo já sido distinguido pelos seus trabalhos com uma abordagem impregnada de humor; Joana Araújo, com estudos na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, licenciando-se em Artes Plásticas (pintura) e frequentando ainda o mestrado na mesma área. Desde 2019, começou a integrar exposições coletivas em diferentes galerias e instituições do país, tendo já sido selecionada para integrar várias Bienais de Arte; Natacha Martins, que utiliza a pintura e os ambientes de pintura para explorar o caráter irracional e delirante da condição humana. O seu trabalho reflete incisivamente sobre o conceito de desejo no quadro da contemporaneidade, sobretudo no domínio do tecnológico. Nascida em Aveiro, recebeu já vários prémios e nomeações, tendo sido Artista Representante de Portugal na Jeune Création Européenne Biennale D'Art Contemporain 2019-2021; e Sofia Vermelho, que se licenciou em Pintura na Faculdade de Belas Artes do Porto e é artista e cofundadora da Vertigo, coletivo artístico de eventos híbridos entre arte e rave no qual desempenha funções de produção e curadoria. A sua prática expressa-se através da pintura como linguagem porta‒voz, permeada por uma sensorialidade carnal, interessando‒se também pelo desenho, cerâmica e performance. 

Esta exposição, realizada em coprodução d’A Oficina e de Guimarães Project Room, pode ser visitada no Palácio Vila Flor por público de todas as idades pelo valor de 2 euros (ou 1 euro com desconto) até 14 de junho, de terça a sexta das 10h00 às 17h00 e ao sábado das 11h00 às 18h00.