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domingo, 4 de abril de 2021

“UM OUTRO OLHAR” – MARGARIDA E MARTA, DUAS AMIGAS EMPRESÁRIAS COM ESPÍRITO COOPERATIVO DE EXCELÊNCIA



Bom dia margarida e marta, desde já, agradeço–vos pela disponibilidade em participar nesta entrevista.

tenho vindo a acompanhar o vosso percurso profissional, e confesso que o vosso perfil de empresárias, ASSOCIADO ao setor da arquitectura e da engenharia, através das vossas empresas geridas individualmente, mas que para o cidadão comum são uma única empresa, sensibilizou-me a serem as próximas a convidar para a nossa entrevista.

Gostava que cada uma Das duas partilhasse comigo as vossas origens, o vosso percurso escolar e formativo. Gostavam de estudar ou eram mais virados para o trabalho prático? Têm alguém na vossa família ou amigos como modelo empreendedor?

Margarida: Antes de mais gostaríamos de agradecer o teu convite e a oportunidade para conversarmos um pouco sobre nós e mostrarmos aquilo que fazemos.

O meu percurso escolar foi realizado, na sua maioria, em Fafe. Fiz a escola primária na antiga e velhinha escola P3. Do 5º ao 9º ano frequentei a Escola Profº Carlos Teixeira e entre o 10º e 12º ano a Escola Secundária de Fafe. O percurso universitário foi realizado na Universidade do Minho onde me licenciei em Engenharia Civil em 2006. 

Ainda na Universidade fui convidada para dar aulas como monitora e começou aí o meu percurso profissional em 2005. O último ano na universidade foi bastante desafiante, entre ter aulas e dar aulas, mas bastante recompensador também. A minha ligação à Universidade do Minho continuou e após terminar o curso realizei a minha especialização em Térmica de Edifícios e também uma pós-graduação em Reabilitação Sustentável das Construções.

Sempre gostei de estudar, fui sempre boa aluna e mesmo depois da licenciatura nunca deixei de apostar na formação contínua. Na minha opinião é fundamental para o nosso trabalho como engenheiros a constante atualização de conhecimentos.

Marta: Desde já obrigada pelo convite! 

O meu percurso escolar começou em Fafe na antiga “Delegação escolar”, onde frequentei a primária, seguindo-se a escola Prof. Carlos Teixeira desde o 5º ao 9º ano. Daí, como em Fafe na altura não havia o agrupamento de Artes, fui para a escola Francisco de Holanda do 10º ao 12 º, em Guimarães, com o intuito de ingressar no curso de Arquitectura. 

Era determinada e entrei na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP). Fiz o primeiro estágio no antigo IGESPAR, frequentei algumas formações da ordem dos arquitectos e conclui um curso de aptidão pedagógica, que me permitiu uma experiência única e sociológica de lecionar desenho técnico num curso de carpintaria.

Sempre tive na família grandes exemplos de empreendedorismo, de trabalho e de muita dedicação, com quem tenho o privilégio de conversar muitas vezes sobre o tema, e que pelos bons exemplos que transmitem, me permitiram avançar neste projeto.



Como surgiu a ideia de ser empreendedora?

Margarida: Foi um processo natural depois de 8 anos a trabalharmos em gabinetes distintos de engenharia e arquitectura, embora já em cooperação, foi a evolução espectável de quem “queria fazer mais”.

Marta: Foi natural. Já tínhamos trabalhado juntas várias vezes, já conhecíamos a forma de trabalhar uma da outra e, portanto, o passo seguinte era fazê-lo num mesmo espaço, perspetivando novas oportunidades que haveriam de estar inerentes a esta “ligação formal”.


atualmente, cada uma das duas gere a sua própria empresa, desde 2019, no mesmo local, em fafe. 

No entanto, noto que uma grande parte das pessoas, pensa que ambas gerem uma única empresa. contem-me mais sobre a trajetória da vossa empresa até à data de hoje, partilhando as suas atividades, os seus produtos e serviços e sua dimensão em termos de mercado.

Margarida: Na realidade a nossa história como parceria técnica começou em Junho de 2014 quando decidimos partilhar um espaço e, cada uma, trabalhar em nome individual nos comummente chamados recibos verdes. Portugal atravessava um momento de recessão ainda sob influência da Troika e nenhuma de nós sabia muito bem como esta “aventura” iria evoluir. Por esse motivo optámos por esta solução de parceria em detrimento da fundação de uma empresa. Além disso, o facto das nossas áreas serem perfeitamente distintas, embora altamente complementares, também pesou nesta decisão de parceria.

A evolução do trabalho tem sido, desde então, muito positiva e crescente, e em 2019 avançámos ambas para a criação das nossas próprias empresas. Com as metodologias de trabalho bem definidas achámos por bem continuarmos em “modo parceria”. Portanto, eu criei a InTime Engenharia, Lda. com foco nos projetos de engenharia e certificação energética e a Marta a Marta Moreno Arquitectura, Lda. com os projetos de Arquitectura e Design de Interiores. Eu tenho 2 engenheiros a trabalhar comigo e que têm sido muito importantes para, em conjunto, fazermos evoluir esta empresa.


Marta:  Como em tudo, gostamos de dar passos seguros e consistentes. Abrimos o nosso espaço ainda numa altura de crise económica, inicialmente só as duas e como trabalhadoras independentes. O trabalho foi surgindo e cedo me apercebi que a equipa teria que aumentar para lhe conseguirmos responder mais eficazmente. Nessa altura juntou-se a nós o Rogério, também arquitecto e, com o tempo, a restante equipa, hoje composta por 2 arquitectos e 2 designers (equipa de arquitectura) e 3 engenheiros (equipa de engenharia). 

Em 2019, sentimos que estaria na altura de avançamos para empresas, cada uma com a sua, mas sempre com espírito de co-working e parceria, que se mantém até hoje.



Quais são as dificuldades que encontram na gestão do dia a dia das vossas empresas?

Margarida: A área da construção é, por si só, profundamente masculina e penso que, no início, a maior dificuldade foi talvez mostrar o nosso valor. Éramos duas “miúdas”, apesar da experiência na altura já ser de alguns anos, e bem …. éramos mulheres. Felizmente fomos sempre respeitadas mas confesso que por mais de um par de vezes senti discriminação em contexto de obra.

Neste momento, o desafio creio que passa mais pela gestão do excesso de trabalho. Não acontecerá só connosco obviamente, mas temos assistido a uma pressão muito grande para entregas muito rápidas de trabalho. É tudo “para ontem”! O cliente hoje em dia não quer ou não pode esperar. E isso torna-se desgastante em estruturas pequenas como a nossa. Estamos sempre no “red-line” como costumo dizer.


Marta: O primeiro, que penso ser transversal a todas as empresas da área, a burocracia que está associada à atividade. Legislação nem sempre assertiva, em constante alteração e nada “simplex”.

Depois, e talvez o mais desafiante, gerir o trabalho, determinar prioridades e não deixar que a equipa esmoreça, desanime.


Quais são as maiores satisfações e desilusões que tiveram, até agora, com as vossas empresas?

Margarida: Até ao momento não posso dizer que tenha tido alguma desilusão, muito pelo contrário. Temos crescido de forma contínua e sustentada. É claro que há momentos mais difíceis, mas até esses acredito que servem, mais que não seja, de aprendizagem, de perceber que “da próxima vez vamos fazer de maneira diferente”.

 

Marta: Como em tudo, há momentos bons e momentos menos bons, há projetos que correm bem e outros que correm menos bem e clientes fáceis e outros nem por isso, mas em tudo isto tentamos sempre retirar um ensinamento, ver o lado positivo, ainda que às vezes possa parecer difícil. A maior satisfação é quando o projeto e obra correm bem e no fim o requerente passa de cliente a amigo. É muito gratificante!



Quais são os próximos desafios para as vossas empresas?

Margarida: Na minha empresa pretendo continuar a apostar na formação contínua dos meus colaboradores e dotá-los, tanto quanto possível, de cada vez mais “softskills” e autonomia para que possamos procurar e investir em novas áreas de negócio. Entendo que é essencial para a evolução de uma empresa a procura constante de novos nichos de trabalho.

 

Marta neste momento estou a abrir um novo espaço, dedicado apenas à área de design de interiores, no centro da cidade, que espero que venha enriquecer aquilo que hoje já conseguimos oferecer- arquitectura, engenharia e interiores, mas agora num local, espero, mais aprazível e com área para showroom.


Como se vê cada umA como pessoa? Como lidam com o fracasso e o sucesso?

Margarida: Eu considero-me uma pessoa muito positiva. Sou do tipo “copo meio cheio”. Pessoalmente não entendo as situações menos boas como “fracassos”. Ainda que haja, sem dúvida, momentos menos positivos, entendo que faz mais sentido encará-los como experiências. Se correr tudo bem, ótimo! Se algo correr mal tento tirar uma aprendizagem disso.


Marta sou muito terra a terra. Não crio grandes expectativas, mas também não sou pessimista. Tenho a sorte de estar rodeada de “gente” boa e capaz que me anima nos momentos menos bons e festeja comigo nos de sucesso. Termos uma boa ancorarem é meio caminho para sabermos lidar com as duas situações. Sou na maior parte dos dias bem disposta e extrovertida, mas não me “queiram” ver em dias maus!



Conseguem conciliar cada uma, no vosso dia-a-dia, a vida profissional e pessoal?

Margarida: Ainda que o meu marido possa discordar, tento fazê-lo. Confesso que sou um bocadinho “workaholic”! Estou a tentar melhorar esse meu aspeto menos positivo.


Marta: Nem sempre é fácil, mas faço um esforço para que isso aconteça diariamente. Prezo muito o meu trabalho, mas prezo ainda mais a minha família. É um equilíbrio ténue que se aprende a gerir com o tempo e com aquilo que a vida nos vai mostrando como prioritário a cada altura.


Se tivessem um conselho a dar a um jovem empreendedor perante o estado atual da Economia, qual seria?

Margarida: Façam! Mexam-se! Não estejam à espera que as coisas vos caiam no colo! A sorte dá muito trabalho como se costuma dizer. Tenham uma atitude proactiva e apostem na vossa formação e na diferenciação em relação ao que já existe no mercado.


Marta: Se querem, se estão certos que querem, vão! Trabalhem! O esforço, normalmente, é recompensado! Optem por áreas diferenciadas, mas que vos deem prazer!



Finalmente, transitando a nossa entrevista para uma parte mais pessoal.

sendo vocês as duas, jovens empresárias com colaboradores todos eles licenciados, num território de baixa densidade; pretendia saber qual é vossa opinião, sobre a juventude e o talento em fafe, as suas fragilidades e suas potencialidades?

Margarida: Não tenho dúvida que Fafe tem jovens muito talentosos mas que por vezes se podem perder na burocracia que cá existe. Faz-nos falta políticas de apoio a jovens empreendedores e à fixação de empresas na região.


Marta: Como em tudo e em todo lado, há bons e maus profissionais, há maiores e menores talentos... se fosse apenas pela amostra que temos a trabalhar connosco diria que Fafe tem apenas gente com talento e gente capaz... mas para isso é preciso incentivos, é preciso oportunidades, é preciso apoios... é preciso deixar fazer e acontecer...



Finalmente, tenho as seguintes perguntas e peço, a ambas, uma palavra ou frase de resposta para cada uma delas:


HOBBIES?

Margarida: Crossfit
 
Marta: Planear eventos, festas, mesas... adoro!
 

Local de Férias preferido?

Margarida: Algarve no Verão. Qualquer capital europeia no Inverno.
 
Marta : Não dispenso uns dias no Minho, entre Viana do Castelo e Vilar de Mouros e depois  um qualquer destino por esse mundo fora. Não dispenso o citybreak com as amigas e sempre que posso uma viagem maior com a família.
 

ADORAS? 

Margarida: Viajar com a família, lanchar com as amigas do Crossfit no final de um treino longo de sábado, conviver com os amigos, ir ao cinema… Tantas coisas!
 
Marta: Rir, viajar, adoro viajar, jantar com amigos, proporcionar jantar, amigos e família, desenhar as mesas desses jantares, e acima de tudo, que esta pandemia tanto me roubou, estar com a minha família, jantarmos, almoçarmos, viajarmos todos juntos, como tanto gostamos.

 
DETESTAS?

Margarida: Peixe 
 
Marta: Que me contrariem!
 

Descreva o teu dia perfeito quando não estás a trabalhar

Margarida: Manhã de passeio pelos locais bonitos de Fafe (e que são tantos!) com a família. Tarde de treino na nossa Box762Fafe e depois à noite uma bela jantarada com os amigos.
 
Marta:  Não ter horas para acordar, almoçar numa esplanada e já estar a receber um telefonema para jantar, sem ter horas para acabar! A situação que estamos a atravessar não me permite pensar de outra forma!
 

QUAL é tua música preferida?

Margarida: Adoro música! É muito difícil escolher só uma...Mas sou tendencialmente roqueira.
 
Marta: tantas! Podia dizer uma qualquer música dum destes grupos ou de tantos outros. Depende do dia e da hora - Beatles, nouvelle vague, beck, thievery corporation, debussy
 


 
qual foi o filme que te marcou?

Margarida: Também adoro cinema! Tenho vários filmes preferidos. Alguns que me marcaram pela época histórica e especialmente depois de ter sido mãe: “A lista de Schindler”, “O rapaz do pijama às riscas”, “A vida é bela”, …
 
Marta adoro um bom filme! Sou do tempo em que domingo significava cinema no Arrábida!
Sei lá... Sideways, Big fish, O fabuloso destino de Amélie, O pianista...
 
 
um livro?

Margarida: Só perguntas difíceis! Adoro ler! Também é difícil escolher só um livro por isso vou dizer-te o que estou a ler de momento “Os segredos que o nosso corpo revela” do Alexandre Monteiro. É muito interessante.
 
Marta As cidades invisíveis de Ítalo Calvino, Cozinha Confidencial de Anthony Bourdain...
 
 
Prato preferido?

Margarida: Sushi! Eu sei que é um paradigma que uma pessoa que deteste peixe adore sushi mas eu sou mesmo assim 
 
Marta Tanto gosto de um robalo com espuma como de um belo cozido à portuguesa. Gosto de comida do mundo, de indiana a libanesa, mas nada como a nossa portuguesa!



 
RESTAURANTES PREFERIDOS?

Margarida: “Taberna do Sushi”, “Ora Diga”, entre outros. Sou um bom garfo 
 
Marta: Tantos! Posso dizer que como experiência gostei do sketch em Londres, mas fico muito feliz com um marisquinho em Matosinhos ou com um prato tradicional em muitos dos restaurantes da nossa cidade.
 
PODES ME PARTILHAR 3 coisas que estão na tua lista de desejos?

Margarida: Viagem a Nova Iorque, fazer um cruzeiro e voltar à Disney
 
Marta Assim de repente, que esta pandemia acabe, depois, talvez ir ao Japão e levar o Manel à Disney, viagem que está em standby, desde Março do ano passado!
 

Desporto preferido?

Margarida: Toda a minha vida fiz desporto, pratiquei natação federada durante 10 anos na Associação Desportiva de Fafe e não me vejo sem fazer desporto. Desde Dezembro de 2016 que pratico Crossfit e adoro! Criei amizades para o resto da vida!
 
Marta:  caminhadas, assim em modo passeio...
 

QUAL É O TEU CLUBE?

Margarida: Futebol Clube do Porto
 
Marta: Futebol Clube do Porto
 

Se não fosses empreSÁRIA, ERAS?

Margarida: Sinceramente, ainda que pudesse ser noutra área, acho que já não me veria de outra forma que não fosse como empreendedora.
 
Marta: O espírito está lá, acho que neste momento não me faz sentido outra coisa...
 

Se tivesses a oportunidade de mudar algo no teu percurso profissional, seria o quê?

Margarida: Não mudava nada. Como já tive a oportunidade de dizer, acredito que tudo o que nos acontece tem uma razão de ser e servem-nos de vivências, sejam elas positivas ou negativas.
 
Marta: Acho que nada... não quer dizer que seja ou corra sempre bem, mas faz tudo parte de um processo... o meu processo!
 



O que representa Fafe para ti?

Margarida: É a minha casa.
 
Marta: É a minha família, a minha casa, onde volto sempre! Onde tenho os meus! Os de sempre.... onde gosto de vir com os meus filhos e marido! Onde me sinto em casa!
 
Se amanhã, fosses eleita político local, que medidas no setor económico ou noutro implementarias?

Margarida: Eu gostaria de ver uma maior política de investimento, e principalmente, uma política mais estruturada e pensada, por parte do município, para alavancar as empresas e a criação de emprego. Fafe tem, na minha opinião, um potencial enorme de evolução mas parece ter parado no tempo.
 
Marta: Começava por ter maior abertura na implantação de novas empresas, de novos investimentos... maior celeridade nas resoluções burocráticas... não é uma questão apenas local, é todo o sistema que teima em não ser mais ágil, mais imediato, por forma a não perder ou descartar o potencial investidor que aqui se quer fixar.
 

Qual é a tua regra de Ouro?

Margarida: De manhã é que se começa o dia. Sou uma “morning person”. Gosto de começar cedo a trabalhar. Acho que rende muito mais o dia.
 
Marta: Fazer, sobretudo, aquilo que gosto!
 

Há algo mais que gostarias de dizer, que não foi abordado?

Margarida: Sim, como desportista que fui na minha juventude, e que continuo a ser na verdade, gostava de incentivar as crianças e jovens a praticar um desporto. 
Embora possa não parecer, praticar um desporto na infância/juventude molda-nos enquanto ser humanos e futuros profissionais e empreendedores na medida que nos ensina a superar-nos, a lidarmos com as frustrações, com as dificuldades e também a adquirir competências sociais no relacionamento com as outras pessoas.
 
Marta: Deixar uma nota de agradecimento a todos que nos ajudaram a tornar possível este nosso projeto, sobretudo à nossa equipa, família e clientes. Obrigada!


Marta Moreno & Margarida Novais Arquitectura e Engenharia no FACEBOOK







sexta-feira, 26 de março de 2021

Post Hoc Ergo Propter Hoc | plataforma YouTube | sábado, 27 de março | 22 horas

 Luís Miguel Leite e José Teixeira
APRESENTAM:

Motivados pelo atual contexto pandémico e consequente adiamento de toda a atividade artística presencial, os guitarristas Luís Miguel Leite e José Teixeira decidiram desenvolver este projeto que visa a divulgação de uma obra contemporânea para guitarra composta em Portugal, valorizando e fomentando a rede nacional e internacional de obras de música contemporânea portuguesa, em tempos onde a cultura tende a permanecer suspensa.

O projeto consiste na interpretação e transmissão da obra Post Hoc Ergo Propter Hoc através da plataforma YouTube no dia 27 de março pelas 22 horas (ficando disponível 24 horas para visualização na plataforma), mediante aquisição de ingressos.

Será gravado ao vivo pelos guitarristas nas instalações da antiga e emblemática Companhia de Fiação e Tecidos de Fafe (Fábrica do Ferro),focando-se na descentralização e estimulação deste tipo de iniciativas. A produção do evento será levada a cabo por Paulo Matos (Alien - Produtora de Espetáculos) e contará com a colaboração da empresa audiovisual Voicemaster e da profissional de videografia freelancer Mariana Santiago.

A Junta de Freguesia de Fafe é uma das entidades que apoia o evento a par com a Antena 2, responsável pela divulgação radiofónica. 2. MIC.pt (Centro de Investigação & Informação da Música Portuguesa) associou-se também ao evento sendo parceiro fundamental na divulgação. 

Esta iniciativa mostra-se original e necessária na medida em que potencializa o trabalho de compositores reconhecidos no panorama cultural português como é o caso do Vítor Rua, assim como o trabalho dos intérpretes e profissionais da cultura. A difusão de repertório português contemporâneo para guitarra é pertinente visto que este raramente é interpretado e editado.


Os bilhetes têm o custo de 5€ e podem ser solicitados através da página Facebook.com/mcpguitarra ou contactando qualquer um dos intérpretes através das redes sociais.

O pagamento pode ser feito pelos meios digitais (Transferências PayPal, MBway ou Multibanco) sendo depois disponibilizado um link único para ter acesso através do Youtube ao concerto.




quarta-feira, 10 de março de 2021

É urgente regressar às escolas!


Pedro Sousa
Se há dois meses dizia que era fundamental que as Escolas passassem para o Ensino@Distância, com a mesma convicção digo que está na hora de voltar.

É certo que já todos esperamos que isso comece na próxima semana, mas será importante que não demore muito tempo a colocar as Escolas a funcionarem em pleno.

E porquê?

O nível de saturação começa a sentir-se. Há mais faltas. Há menos produtividade. Os trabalhos ou não chegam ou chegam muito depois dos prazos.

O que é preciso garantir para que tudo corra bem?

- Testagem semanal ou quinzenal.

- Manter as regras já antes aplicadas nas escolas (Devemos realçar o excelente trabalho dos assistentes educativos que têm feito um trabalho de excelência na desinfeção e preparação das salas).

E, manter tudo, até que a vacinação seja uma realidade em todo o país (dentro e fora das Escolas).

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Não quero saber mais de 2020 !!!!


Não quero saber mais de 2020 !!!!

O que sei  ... é que foi com muito orgulho que aceitei colaborar com o jornal de Fafe, desde Maio até hoje!!!! mais uma grande experiência, pela qual estou muito grato …

Muito obrigado Jornal de Fafe !!!! 

Um grande abraço aos administradores, aos colegas colaboradores e a todos os “nossos” leitores ...

Aos meus convidados (nesta rubrica do Jornal de Fafe | “ás quintas com Paulo Matos”), muito obrigado!!! pela vossa partilha, por toda a vossa colaboração !!! Um grande abraço … e nunca se esqueçam !!! “enquanto houver estrada para andar … a gente vai continuar” ...

Ao invés de desejar que o ano apenas acabe o mais rápido possível, agradeço (e todos nós devemos agradecer sempre!!!!), por cada momento que me (nos) foi proporcionado! Todas as experiências, até mesmo as muito más, ao longo deste ano, sei que me (nos) tornaram mais forte (s) para o ano que se aproxima.

Amigos, façamos com o tempo o que ele faz connosco … aproveitem-se dele! que o próximo ano seja para quebrar todas as barreiras ... lutar sempre pelo que acreditamos ... e concretizar tudo isso! 

OBS: esta minha "rubrica semanal", de colaboração com o jornal de Fafe, fica por aqui !!!! muito obrigado a todos !!!! Prometo voltar muito em breve !!!! 

Vivam cada dia como se fosse o primeiro, Feliz Ano Novo!

vídeo:
Jorge Palma | a gente vai continuar | ao vivo no Coliseu dos Recreios 



Tira a mão do queixo, não penses mais nisso O que lá vai já deu o que tinha a dar Quem ganhou ganhou e usou-se disso Quem perdeu há-de ter mais cartas para dar E enquanto alguns fazem figura Outros sucumbem à batota Chega aonde tu quiseres Mas goza bem a tua rota Enquanto houver estrada para andar A gente vai continuar Enquanto houver estrada para andar Enquanto houver ventos e mar A gente não vai parar Enquanto houver ventos e mar Todos nós pagamos por tudo o que usamos O sistema é antigo e não poupa ninguém, não Somos todos escravos do que precisamos Reduz as necessidades se queres passar bem Que a dependência é uma besta Que dá cabo do desejo E a liberdade é uma maluca Que sabe quanto vale um beijo Enquanto houver estrada para andar A gente vai continuar Enquanto houver estrada para andar Enquanto houver ventos e mar A gente não vai parar Enquanto houver ventos e mar



Paulo Matos 
Jornal de Fafe |31/12/2020



quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Rafa Leite - Rir é terapêutico !!!

        "Por favor não trabalhem ao negro”!!!!!       

Mestre em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria pela Escola Superior de Enfermagem do Porto. Practitioner certificado em PNL com Foco Terapêutico e Emocional, pela International Coaching and NLP Training Academy. Rafa Leite começou desde muito cedo a praticar o humor (bem mais precoce que o amor, daí a abismal diferença de eficácia entre ambos). Registos médicos revelaram que após o parto, Rafa Leite não chorara, muito pelo contrário, fizera rir toda a equipa de Neonatologia do Hospital. Estava assinalado o primeiro momento de humor da sua vida, à custa da sua patética figura… Desde então nunca mais parou. Primeiro, foram as rábulas humorísticas durante as festividades natalícias na escola, seguindo-se apresentação de festivais de tunas e encontros durante o tempo de universidade. É precisamente durante este período, algures em 2004, que realizou e coprotagonizou com colegas de curso a sua primeira longa-metragem: “Mãe, Não Me Deixam Ser uma Popstar”. A uma dada altura, durante a faculdade, o pai de Rafa perguntara-lhe: “Mas ó filho, eu estou-te a manter para fazeres palhaçadas ou para tirares um curso?” Ao que respondera: “Pai, vais ver que isto tudo ainda me vai ser útil! Não me obrigues é a pagar-te o que te ficarei a dever! Até porque haverá sempre um retorno na hora das partilhas.” Ao longo destes últimos anos realizou, escreveu e produziu mais de 100 sketches de humor, em parceria com o seu amigo de longa data e realizador – Sérgio Castro – e protagonizou a longa-metragem “A Lua”, trabalho final do Curso de Cinema da Escola Superior Artística do Porto, este num registo mais dramático e sério (a custo).Em 2014 ganha o seu primeiro prémio como Artista, na categoria ‘Revelação’ do Notícias de Fafe e em 2017 torna a vencer, desta vez na categoria ‘Cultura’, por ter escrito e produzido a sua primeira peça de teatro “O Mais Longo Verão”, baseada da vida do seu avô - Gervásio Von Doellinger. As premiações desta produção culminariam com chave de ouro, quando vence o prémio ‘Melhor Produção Eleita pelo Público’, no Concurso Nacional de Teatro 2017.

Até à presente data, continua a levar alegria por esses palcos fora, sob a forma de espetáculos stand-up, vídeos satíricos no seu canal do Facebook e em vimeo.com/rafaleite, e produções com o seu grupo de teatro - Vitrine e, claro, transporta sempre essa forma de ser para o seu local de trabalho – o Centro de Saúde de Fafe. Sim, Rafa Leite também é enfermeiro especialista de saúde mental, até porque tem uma filha e sabe que uma vida exclusiva de espetáculos não lhe daria possibilidade de a sustentar só com roupinhas do mais fino algodão produzido com base nos princípios da agricultura orgânica… Posto tudo isto, e sabendo que tem uma promessa para cumprir com o seu pai, Rafa Leite está a preparar o seu próximo espetáculo a solo que pretende aliar o melhor do Stand-Up Comedy com estratégias de Auto-Ajuda em saúde mental! Com ele, espera mudar relações, vidas e sexos! Para melhor ou pior, só o tempo o dirá…


Rafa, em primeiro lugar, quero agradecer a tua disponibilidade e amabilidade acedendo participar nesta entrevista/conversa. Quem é o Rafa Leite?

Gosto de dizer que sou um “concretizador de sonhos”. Porque ao longo da minha vida, sempre que sonhei com algo, tentei sempre partir na sua busca (tirando os sonhos alagados de adolescente). Grande parte consegui realizar, uma pequena parte não. Lembro-me que estava nos meus planos ser jogador da bola, mas uma doença crónica chamada “aselhice” desfez-me o sonho.

Começaste desde muito cedo a “lidar” / “praticar” o teatro, a comédia, o drama … tens ideia de como tudo começou?

Perfeitamente. Há duas ocasiões fulcrais que o ditaram na adolescência: a aula de “Escrita Criativa” na disciplina de Português com a professora Manuela Dantas no 8º ano e a participação “forçada” na peça de teatro no 9º ano “Ai o Safado”. Digo forçada porque não queria participar mas o professor Bernardino não me deu outra chance. E ainda bem! Depois tinha as festas em família onde dava sempre o ar da minha graça. Os meus pais dizem que quando tinha 3 anos, no meio de uma celebração matrimonial na Igreja S. José, a minha voz se elevou no silêncio para proferir o grito político “Soares, amigo, o povo está contigo”.

Quais as tuas principais referências no humor?

Na juventude, as minhas referências na comédia foram Jim Carrey e Leslie Nielsen com o seu estilo de humor nonsence. Atualmente, gosto de apreciar e aprender com vários artistas. Em Portugal identifico-me com o Nuno Markl pela sua habilidade a contar histórias e pelo fascínio geek que nutre pela cultura Pop.

Qual a tua opinião do teatro que se faz na actualidade em Portugal?

Há diversos estilos e gosto de saboreá-los a todos. De quando em vez deixo a área confortável da comédia e bebo inspiração em géneros mais arrojados de teatro experimental. É bom sair ao fim de um espetáculo e debater com os amigos a mensagem transmitida. Isso dá-nos várias perspetivas. É uma complexidade enriquecedora que nos ensina a ver o mundo sob outro prisma.



Ao longo destes últimos anos realizaste, escreveste e produziste mais de 100 sketches de humor, tens tudo registado? Em que formato?
Sim. A compilação está toda no meu canal do vimeo: https://vimeo.com/rafaleite.
“Mãe, Não Me Deixam Ser uma Popstar”?
Primeira grande metragem de comédia. 2004, ano de muitas loucuras.
Drama ou comédia?
Gosto de dominar ambos os géneros. Passei grandes temporadas a fazer rir. A uma dada altura deixei de o fazer para poder evoluir enquanto ator. Foi difícil, mas fez-me bem. A pausa serve para repensarmos o percurso até à data e como queremos projetar o futuro.
O Mais Longo Verão?
A maior homenagem alguma vez feita por mim.



Venceste o prémio ‘Melhor Produção Eleita pelo Público’, no Concurso Nacional de Teatro 2017. escreveste e produziste a tua primeira peça de teatro “O Mais Longo Verão”, baseada da vida do teu avô - Gervásio Von Doellinger … ou seja foste premiado, com a tua primeira peça, escrita e baseada no teu avô … O que representa tudo isso para ti?
Permite-me corrigir: foi o grupo de Teatro Vitrine, do qual faço parte mais os meus colegas e o encenador Orlando Alves, quem venceu o prémio. Comecei por pegar nas aventuras que o meu avô me contava desde criança e quis escrever um livro. Depois de uma reunião com o meu grupo de teatro, o Sr. Orlando Alves desafiou-me a escrever uma peça de teatro. O resto é história... 5 nomeações para o Concurso Nacional de Teatro e o grande prémio do público. Pelo meio, dezenas de atuações de norte a sul do país. Orgulho imenso.
Vários espetáculos stand-up, vídeos satíricos e várias produções com o teu grupo de teatro – Vitrine, conta-nos um pouco de como te enquadras em todas estas formas de representar?

Gosto de ser eclético. Experimentar várias formas de arte. Isso dá-me experiência, abre-me horizontes e define melhor a minha área de atuação. Há pouco experimentei pintura no anexo de minha casa. A coisa até correu bem! Algumas paredes fazem lembrar Jackson Pollock, mas nada que uma segunda demão não resolva.


Corona virus é ?

Coronavírus é aprender que os afetos são realmente importantes à nossa vida, perceber que realmente é importante lavar as mãos antes de comer e que não convém cozinhar pangolim com batata a murro...

Como tens passado estes meses em confinamento?

Passei a fazer exclusivamente uma só coisa: ajudar a libertar a ansiedade. Fiz 2 vídeos humorísticos para satirizar toda esta situação. Nunca descurando o extremo perigo que representa, mas é uma forma de lidar com a situação. Rir é mesmo o melhor remédio. Está comprovado cientificamente.

A possibilidade de seres infectado assusta-te? até que ponto?

Não me assusta, até porque uma das estratégias de redução de stress que utilizo é não sofrer por antecipação. Ter todo o cuidado, mas sem pensar quando ele me bater à porta. Quando acontecer, aí sim, terei todo o gosto em me enfiar na cama, com uma caixa de ben-u-ron e o Romance “Os Maias”, que já ando a tentar acabar desde a secundária.

Mestre em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria pela Escola Superior de Enfermagem do Porto. Practitioner certificado em PNL com Foco Terapêutico e Emocional, pela International Coaching and NLP Training Academy. especialista de saúde mental, Rafa preocupa-te os proximos tempos, no que toca á saude mental?

Preocupa-me neste preciso momento! O futuro é já hoje. A depressão é, desde 2020, a doença mais incapacitante do mundo. E temos de começar já a intervir em todas as faixas etárias. Tenho o arrojo de afirmar que a depressão e a ansiedade são uma pandemia pior que a Covid-19, afetando mais de 20% da nossa população.

Dentro dessa tua área que conselhos podes dar aos nossos leitores?

Concretizem os vossos objetivos. Partam em busca, experimentem, mudem de vida se for o caso. Só isso nos motiva e nos ocupa a mente para assim não ruminar nos pensamentos mais destrutivos.


O palco traz felicidade? O que pode estragar a felicidade em palco?

A falta de público, que infelizmente é tão “usual” nos tempos que correm. Mas será passageiro. Nesse sentido, nós artistas, teremos uma tarefa hercúlea de voltar a conquistar o nosso público.

O primeiro espetáculo?

Ai o Safado.

O último espetáculo?

A Minha Vida Dava um Filme.

Uma história de bastidores, que te recordas assim à primeira … e que nos queiras contar?

Na peça ‘O Morgado de Fafe Amoroso’ tínhamos 2 cabritinhas com figurantes. Certo dia, antes de um espetáculo, esquecemo-nos de lhes dar de comer e elas não se fizeram de rogadas. Quando chegamos do jantar, não tínhamos onde urinar, porque elas amarfanharam a retrete dos camarins.

Adoras?

Sonhar acordado.

Detestas ?

Desorganização! Ou a organização dos outros quando não está do meu agrado. Se calhar é mesmo detestar quando as coisas não estão à minha maneira, certo?

Apaixonado vais até onde?

Em tempos cometi uma loucura. Saía pouco de Fafe e após tirar a carta, saltei os confins limítrofes quando ouvi uma voz chamar: “Vai aonde te leva o coração”. Meti-me no carro, liguei a ignição, fiz ponto de embraiagem e voei até Pardelhas...


Gostas de futebol? Qual o teu clube?

Tinha tudo pra não gostar de fosse de outro clube! O problema foi nascer em 84 e ver certo clube ganhar 21 campeonatos, 2 Champions, 2 Europas, 2 Intercontinentais... Não tenho culpa... Agora se fosse de outro clube, talvez preferisse as novelas da TVI e os programas da manhã pra me divertir.

Acreditas em Deus?

Depende da personagem.



Rafa, segundo o teu press release, existem registos médicos  reveladores, que o Rafa Leite não chora? Isso é realidade ou tens momentos que também choras?

Então não choro! Aliás, como costumo dizer nas minhas formações, o choro tem a função de reparação do nosso desequilíbrio emocional. O único senão de chorar é a sua pegada ecológica. Toda a gente sabe que um lenço ranhoso não pode ir para o contentor azul.

Estás a preparar o teu próximo espetáculo que pretende aliar o melhor do Stand-Up Comedy com estratégias de Auto-Ajuda em saúde mental! Queres contar um pouco do que aí vem?

Quero fazer algo diferente e refrescante. Tenho assistido a inúmeros espetáculos Stand-Up ao vivo e on-line. Tenho aprendido bastante com múltiplos géneros e estilos. Uma vez que enquanto Enfermeiro Especialista de Saúde Mental faço inúmeras formações na área, decidi que o próximo espetáculo deveria ser uma simbiose entre ambos. O melhor de ambos os mundos. Rir é terapêutico. Não quero dizer com isto que alguém com uma cirrose hepática assiste ao meu show e sai de lá com um fígado rejuvenescido, mas que possa aprender a enfrentar as adversidades de outra forma. Parece-me uma boa premissa e algo diferente.

Como arranjas tempo para todas estas tuas actividades?

Clonagem. Resultou com a ovelha Dolly, decidi fazer o mesmo a mim próprio... Uma organização exímia no dia-a-dia é crucial. Isso aliado a doses moderadas de cafeína com um cheirinho de dopamina.

Uma viagem?

Nova Zelândia.

Fafe é?

É quando desabafas, depois de conhecer meio mundo: “Isto é tudo muito giro, mas não há nada como a minha terrinha”.



Se fosses um “actor” político em Fafe, o que farias em primeiro lugar? E em segundo lugar ?

Aquilo que ditará o teu bem-estar é estares bem contigo mesmo e com a tua vida profissional. És um adolescente que tens aptidões e certas habilidades, então deveria existir algo que te orientasse melhor para o teu futuro. Formação juvenil em autoconhecimento. Este seria o que faria em primeiro lugar. Em segundo, pegava na lista de contactos secretos que nos é dada quando se chega ao poder e agendava uma futebolada com líderes europeus e mundiais.

Aos teus amigos dizes, visita Fafe porque?

Porque já fiz com que um Chileno, que conhecera no Vietnam, fizesse um desvio e viesse cá passar um fim-de-semana. Por isso, deve valer mesmo a pena.

Muito obrigado pelo tempo e carinho dedicado aos nossos leitores, uma mensagem para eles?

Que depois de tudo isto passar, não percam o gosto de se deslocarem ao teatro ou cinema mais próximo e degustar a tão abalada cultura. Ah! Há também uma coisa que gostaria de apelar: por favor não trabalhem ao “negro”. Façam os descontos direitinhos. Os que já não descontam por causa do Covid ajudaram a aliviar o sufoco da Segurança Social mas não chega...


















Rafa Leite :
Ator no Teatro Vitrine desde 2006
2 longas metragens: Mãe não me deixam ser uma Popstar; A Lua
14 Peças de teatro: Ai, o Safado; Morgado de Fafe Amoroso; A Cantora Careca; Portugalhadas; Bolingbrook; A Vinda do Rei D. Carlos; Saudade do Futuro; A Roda dos Expostos; O Crime dos Arcos; O Mundo Mágico de Camilo Castelo Branco; O Mais Longo Verão; A Filha do Moleiro; A Fundação do OFC Antime; Era uma Vez no Futuro.
2 Espetáculos Stand-Up: Sketches de Humor; A Minha Vida dava um Filme
Apresentador em diversas Galas de Prémios, Espetáculos de Variedades.
Mestre em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria pela Escola Superior de Enfermagem do Porto.
Practitioner certificado em PNL com Foco Terapêutico e Emocional, pela International Coaching and NLP Training Academy.



VIDEO:

Rafa Leite | O Último Mon Chéri



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Rafa Leite | O Rapto Do Pai Natal



VIDEO:

Rafa Leite | BVF 



VIDEO:
Rafa Leite |  Curando (ft. CS Fafe)


Vídeos humorísticos no canal: 


Paulo Matos 
Jornal de Fafe |24/12/2020


Fotos de: 
Rafa Leite | teatro vitrine 
Jornal de Fafe 24/12/2020